Polícia descarta feminicídio na morte de arquiteta que caiu de caminhonete na BR-163, em Campo Grande

  • 30/05/2026
(Foto: Reprodução)
Segundo a PRF, vítima estava no banco do passageiro quando caiu do carro e foi atropelada. Divulgação A Polícia Civil confirmou que a morte da arquiteta Ely da Silva Quevedo, de 53 anos, ocorrida em abril deste ano, não foi um caso de feminicídio. A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) concluiu que a vítima se jogou de uma caminhonete em movimento momentos antes de morrer. O caso aconteceu na manhã de 13 de abril, no km 482 da BR-163, no anel rodoviário de Campo Grande. Na época, a morte gerou dúvidas sobre o que teria acontecido e levou a polícia a investigar diferentes possibilidades, incluindo feminicídio. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Agora no g1 Segundo a delegada Analu Lacerda Ferraz, da Deam, a hipótese de crime contra a mulher foi descartada após a equipe ter acesso a um vídeo que ajudou a esclarecer a dinâmica dos fatos. As imagens mostraram que Ely se lançou do veículo em movimento. Quem dirigia a caminhonete era o ex-marido da arquiteta. Ainda no dia da ocorrência, ele afirmou à Polícia Civil que Ely havia se jogado do veículo. O homem chegou a ser levado para a delegacia para prestar depoimento, mas foi liberado em seguida. A arquiteta chegou a receber atendimento das equipes de resgate da concessionária responsável pela rodovia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Investigação teve três linhas de apuração Quando o caso ocorreu, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que Ely caiu da caminhonete e acabou sendo atropelada pelo próprio veículo, conduzido pelo ex-marido. Inicialmente, a ocorrência foi registrada como acidente de trânsito. No entanto, ao chegarem ao local, os policiais identificaram circunstâncias que levantaram suspeitas sobre a possibilidade de um crime, o que motivou o acionamento da Deam. Na época, a delegada responsável pelo caso informou que a investigação trabalhava com três hipóteses: acidente, suicídio ou feminicídio. Além disso, a polícia buscava imagens de câmeras de segurança instaladas em empresas próximas à rodovia para ajudar a esclarecer o ocorrido. O ex-marido também relatou que o casal estava em processo de separação. Arquiteta morreu após ser atropelada pelo carro que estava, em Campo Grande. Redes sociais/Reprodução Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

FONTE: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/05/30/policia-descarta-feminicidio-na-morte-de-arquiteta-que-caiu-de-caminhonete-na-br-163-em-campo-grande.ghtml


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